
FEN / 2026 · ARTISTA
Them Flying Monkeys
Vindos de Sintra, os Them Flying Monkeys constroem uma linguagem própria dentro do rock alternativo contemporâneo, marcada por uma tensão constante entre sombra e intensidade. A sua música cruza a urgência do pós-punk com paisagens neo-psicadélicas e uma forte componente electrónica, resultando num som denso, hipnótico e emocionalmente carregado, que a Rolling Stone France descreveu como “pós-apocalíptico, mas irresistível”. Em palco, a banda vive da fricção entre controlo e caos, oferecendo concertos catárticos, imprevisíveis e profundamente físicos, onde melodia e distorção se enfrentam sem concessões. Após o lançamento de Best Behavior no início de 2025, disco que marcou a sua fase mais ambiciosa e electrizante até então, os Them Flying Monkeys continuaram a consolidar a sua presença internacional com actuações em festivais como o WestWay Lab (Portugal), New Colossus Festival (Estados Unidos da América), Focus Wales (País de Gales), Reeperbahn Festival (Alemanha), Monkey Week (Espanha) e Eurosonic Noorderslag (Países Baixos). Em 2026, a banda embarcou numa digressão europeia e britânica com mais de 10 datas por países como Reino Unido, França, Bélgica, Holanda e Alemanha, afirmando-se como uma das propostas portuguesas mais consistentes e imprevisíveis da nova vaga alternativa europeia. Agora, os Them Flying Monkeys preparam-se para abrir um novo capítulo com um novo disco que aponta para um território ainda mais ousado e confrontacional, levando a identidade sonora do grupo ao limite enquanto explora temas de repetição, desgaste, sobrevivência emocional e transformação. O novo single Attrition, com lançamento marcado para 27 de Maio, antecipa esse universo. Misturado por Dom Mitchison nos Humm Studios, em Bristol, a canção aborda o tema da erosão lenta provocada pela sobrecarga emocional quando ansiedade, exaustão e repetição começam a desfocar a fronteira entre movimento e colapso. Attrition reforça os Them Flying Monkeys como uma banda em permanente mutação, movida pelo risco, pela intensidade e pela necessidade constante de reinvenção.
